segunda-feira, 17 de setembro de 2007

ABC da Flor





Flor-abelha
Flor-alegria
Flor-alimento
Flor-amor
Flor-beleza
Flor-borboleta
Flor-colibri
Flor-orvalho
Flor-perfume
Flor-silêncio
Flor-sonho
Flor-vida,
Vida de flor.



Cleonice Rainho

domingo, 16 de setembro de 2007

Dia da Árvore / Primavera


Pra quem está precisando de músicas para trabalhar com as crianças ou fazer apresentações referentes à estas datas, aí vão os links do meu DV com músicas que eu mesma reuni , organizei e agora disponibilizo para download aqui pra vocês.


Músicas:

Para o Dia da Árvore, clique ▬► AQUI

Para a Primavera, clique ▬► AQUI

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sábado, 15 de setembro de 2007

O Jardim na Primavera

A Orquídea no jardim
É das flores a mais bela
Pena que nem todos podem
Sentir o perfume dela

É o que vamos contar
Aqui nesta historinha
Que fala da aventura
De uma verde Lagartinha

Era verde como a grama
Com faixinhas amarelas
Admirava suas pétalas
Nunca viu flores tão belas

Queria cheirar seu néctar
O odor de seu perfume
Mas não sabia voar
Como faz o Vaga-lume

Vivia a flor num galho
Do pé de Ipê-amarelo
Parecia muito alta
Como a torre de um castelo

A Lagarta pequenina
Decidiu fazer assim:
Pedir ajuda aos insetos
Que moravam no jardim

Foi falar com a Cigarra
Que não quis lhe ajudar
Ficava com sua guitarra
O dia inteiro a cantar

Ela tentou outra vez
Foi falar com o Besouro
Que não queria voar
Pois seu tempo vale ouro

Nossa amiga insistente
Encontrou a Carochinha
Ela estava ocupada
Brincando de amarelinha

Pensou que era sua chance
Ao encontrar as Formigas
Que só brincavam de roda
Cantando suas cantigas

Persistente foi falar
Desta vez com as Joaninhas
Que só pintavam bolas
Coloridas nas asinhas

E por ser determinada
Foi chamar as Abelhinhas
Que tinham que fazer mel
Dentro de suas casinhas

Não perdeu a esperança
Com o Grilo foi falar
Mas por ele ser atleta
Só tem tempo pra treinar

Por ela não desistir
A Libélula lhe diz:
Não posso abandonar
Meu ninho nessa raíz

Então ela foi pedir
Pra Centopéia uma ajuda:
Que não podia ajudar
Pois se achava tão miúda

Não quis mais pedir apoio
Viu a Aranha em sua frente
Correu o quanto podia
E descansou finalmente

Estava triste e cansada
Ninguém quis lhe ajudar
Estavam tão ocupados
Com causa particular

A canseira deu soninho
Pegou num sono profundo
Envolveu-se num casulo
Parecia outro mundo

Quando ela acordou
Seu corpo era diferente
Agora tinha duas asas
Voou assim de repente

Passeou pelo jardim
Ficaram todos pasmados
O inseto rastejante
Ficou todo transformado


Era uma linda Borboleta
Com asas multi-colores
A voar pelo jardim
E pousar nas belas flores

Então ela resolveu
Viver seu sonho enfim
Pousar na bela Orquídea
A flor mais bela do jardim

Sentiu a maior doçura
No perfume desta flor
E beijar seu néctar doce
Foi um ato de amor

Eis uma lição de vida
Que a borboleta nos diz:
Viva o seu próprio sonho
Pra ser muito mais feliz



Tchello d'Barros

terça-feira, 11 de setembro de 2007

Tubarão (Música)

É um peixinho ou um peixão?
Quem é que pode com o tubarão?
É um peixinho ou um peixão?
Quem é que pode com o tubarão?

Tu tu tubarão
Quem é que pode com o tubarão?
Tu tu tubarão
Quem é que pode com o tubarão?

Pode ser até bacana
Assistir pela televisão
Mas de perto uma banana
Eu sou valente mas com ele não

Tu tu tu tu
Tu tu tubarão
Quem é que pode com o tubarão?
Tu tu tu tu
Tu tu tubarão
Quem é que pode com o tubarão?


Faça o download desta música ▬► AQUI

Ilustração --> Ivanerix


Esta música é parte integrante do CD "O Barquinho", gravado especialmente para compor a trilha sonora de uma peça teatral desenvolvida pela equipe da Escola Toque de Araraquara, que trabalha com crianças portadoras de necessidades educacionais especiais.



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Ainda atendendo ao pedido da Betty Mello.

Peixe-Serra e Tubarão-Martelo

- Vamos construir um castelo?
- Perguntou um Tubarão-Martelo.


- Só se for o mais lindo da terra!
- Respondeu o Peixe-Serra.


- Eu martelo, você serra!
- Eu serro, você martela!


- Eu martelo, você serra!
- Eu serro, você martela!


- E assim ficou pronto
Um castelo muito legal
Enfeitado com algas
E pintada de coral



Lalau


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Atendendo o pedido da querida amiga Betty Mello, uma poesia que fala sobre Tubarão.

segunda-feira, 10 de setembro de 2007

Pomar

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Banana, bananeira
Goiaba, goiabeira
Laranja, laranjeira
Maçã, macieira
Mamão, mamoeiro
Abacate, abacateiro
Limão, limoeiro
Tomate, tomateiro
Caju, cajueiro
Umbu, umbuzeiro
Manga, mangueira
Pêra, pereira
Amora, amoreira
Pitanga, pitangueira
Figo, figueira
Mexerica, mexeriqueira
Açaí, açaizeiro
Sapoti, sapotizeiro
Mangaba, mangabeira
Uva, parreira
Coco, coqueiro
Ingá, ingazeiro
Jambo, jambuzeiro
Jabuticaba, jabuticabeira


Autores:
Paulo Tatit e Edith Derdik

Palavra Cantada


Faça o download desta música clicando ▬► AQUI
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Quem não conhece o Palavra Cantada, está convidado a conhecer.

Visite o site: Palavra Cantada


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A Árvore Que Dava Sorvete

No pólo norte
Tem árvore
Que dá sorvete.

De morango
Para as filhas
Do calango.

De chocolate
Para o cachorro
Do alfaiate.

De groselha
Para a gata
Da adélia.

E de uva
Para a filha
Da viúva.

No pólo norte
Tem árvore
Que dá sorvete.

Acredita?



Sérgio Capparelli

sexta-feira, 7 de setembro de 2007

A Flecha

Batem na porta de Dona Maria. Dona Maria abre. Diante dela está o Juquinha.

- Dona Maria, eu posso entrar lá no seu quintal?

- Não. Deixa que eu vou pra você. Que é que foi que caiu lá desta vez?

- Minha flecha.

- E onde é que ela está?

- Espetada no seu gato.


De Bem Com A Vida




Filó, a joaninha, acordou cedo.
– Que lindo dia! Vou aproveitar para visitar minha tia.
– Alô, tia Matilde. Posso ir aí hoje?
– Venha, Filó. Vou fazer um almoço bem gostoso.

Filó colocou seu vestido amarelo de bolinhas pretas, passou batom cor-de-rosa, calçou os sapatinhos de verniz, pegou o guarda-chuva preto e saiu pela floresta: plecht, plecht...

Andou, andou... e logo encontrou Loreta, a borboleta.
– Que lindo dia!
– E pra que esse guarda-chuva preto, Filó?
– É mesmo! – pensou a joaninha. E foi para casa deixar o guarda-chuva.

De volta à floresta:
– Sapatinhos de verniz? Que exagero! – Disse o sapo Tatá. Hoje nem tem festa na floresta.
– É mesmo! – pensou a joaninha. E foi para casa trocar os sapatinhos.

De volta à floresta:
– Batom cor-de-rosa? Que esquisito! – disse Téo, o grilo falante.
– É mesmo! – disse a joaninha. E foi para casa tirar o batom.
– Vestido amarelo com bolinhas pretas? Que feio! Por que não usa o vermelho? – disse a aranha Filomena.
– É mesmo! – pensou Filó. E foi para casa trocar de vestido.

Cansada da tanto ir e voltar, Filó resmungava pelo caminho. O sol estava tão quente que a joaninha resolveu desistir do passeio.

Chegando em casa, ligou para tia Matilde.
– Titia, vou deixar a visita para outro dia.
– O que aconteceu, Filó?
– Ah! Tia Matilde! Acordei cedo, me arrumei bem bonita e saí andando pela floresta. Mas no caminho...
– Lembre–se, Filozinha... gosto de você do jeitinho que você é. Venha amanhã, estarei te esperando com um almoço bem gostoso.

No dia seguinte, Filó acordou de bem com a vida. Colocou seu vestido amarelo de bolinhas pretas, amarrou a fita na cabeça, passou batom cor-de-rosa, calçou seus sapatinhos de verniz, pegou o guarda-chuva preto, saiu andando apressadinha pela floresta, plecht, plecht, plecht... e só parou para descansar no colo gostoso da tia Matilde.


Fábula de Nye Ribeiro
ilustrada por Nina Moraes


Retirada da revista Nova Escola.

quarta-feira, 5 de setembro de 2007

Corrente da Amizade


Recebi um convite muito legal para participar da Corrente da Amizade.

O convite foi enviado pela Betty Mello, uma pessoa especial, dona do blog Canto-do-Conto.
Obrigada, Betty, pelo carinho e amizade.
Agora eu tenho que escolher 10 Blogs para indicar e convidar para participar da Corrente.